Os integrantes do Comitê Gestor Local de Atenção Integral à Saúde do Poder Judiciário de Mato Grosso reuniram-se na tarde desta terça-feira (19 de julho) para discutir a criação de uma política de saúde voltada para magistrados e servidores. O Tribunal de Justiça de Mato Grosso está seguindo o que preconiza a Resolução 207/2015, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
A política tem o objetivo de definir princípios, diretrizes, estratégias e parâmetros para a implementação, em caráter permanente, de programas, projetos e ações institucionais voltadas à promoção e à preservação da saúde física e mental de magistrados e servidores. A política visa ainda fomentar a construção e a manutenção de um meio de trabalho seguro e saudável e, assim, assegurar o alcance dos propósitos estabelecidos no Plano Estratégico do Poder Judiciário.
Conforme o coordenador do Comitê, desembargador Orlando Perri, a criação de uma política voltada para a atenção integral de magistrados e servidores é de vital importância. “Precisamos conhecer como está a saúde dos nossos magistrados e servidores. Já existe no Judiciário de Mato Grosso uma grande política de atenção à saúde, mas nós precisamos aprimorar essa política, levar cada vez mais melhorias a nossos magistrados e servidores, reduzindo principalmente o número de absenteísmo”. Ele explica que o próximo passo será a elaboração de uma minuta desta política sobre saúde, que será apresentada à Presidência do Tribunal de Justiça para aprovação.
De acordo com a gerente do Programa Bem Viver do TJMT, Gissele Nince, essa resolução vem ao encontro de algumas ações que já são desenvolvidas dentro do Tribunal de Justiça. “Posso dizer que o Tribunal atende até a 60% dessa resolução com as diversas ações do Bem Viver e do ambulatório médico, são todas ações voltadas para a saúde dos magistrados e servidores. Esse comitê vai escrever a política integral da saúde, vamos regimentar todas essas ações e incluir o que ainda falta fazer, sempre com o foco na saúde, preventiva e curativa”.
Conforme ela, hoje o Tribunal verifica quais os principais motivos que levam ao absenteísmo, ou seja, o que afasta servidores e magistrados do trabalho. Em cima deste diagnóstico são elaborados projetos focados na prevenção destas doenças, principalmente as osteomusculares, responsáveis pelo maior índice de faltas. “Se tivermos uma equipe trabalhando com saúde, qualidade de vida e disposição, com certeza isso refletirá na produtividade e no bom atendimento ao jurisdicionado”, destaca Gissele.

Fonte: TJ/MT
Foto: TJ/MT