Desde que foi instalado em sua sede atual, em 2005, o Fórum de Cuiabá tem realizado uma série de parcerias com instituições públicas e privadas com o intuito de garantir cidadania e acesso à justiça à população cuiabana. Para tanto, a unidade judiciária já foi palco de eventos esportivos e sociais, bem como realizou ações de coleta seletiva, doações e mutirões de cidadania.

Conforme explica o juiz diretor do Fórum da Capital, Aristeu Vilella, as parcerias são importantes por vários aspectos. “As parcerias são importantes para a população que recebe o benefício e para a comarca que consegue fazer seu papel social”, argumenta o magistrado. Ele ressalta ainda que parcerias com o Conselho Nacional de Justiça, como o Pai Presente e a campanha Justiça Pela Paz em Casa, levam informação e garantia de justiça a milhares de pessoas.Outra iniciativa que vem dando certo são os mutirões que vem sendo realizados na Central de Conciliação e Mediação do Fórum de Cuiabá. De acordo com Aristeu Vilella, milhares de consumidores conseguiram negociar suas dívidas ou receber o que lhes era de direito. 

“Todos os dias consumidores e empresas como companhias telefônicas, bancos e seguradoras nos procuram para que possamos auxiliá-los a liquidar com suas demandas”, acrescentou.

Recém-criada, em 2014, a Vara de Execuções Fiscais, que unificou todas as ações que tramitavam nas Varas de Fazenda Pública em um único setor, também foi resultado de uma parceria. Com a ajuda do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, hoje, aproximadamente 70 mil ações de executivo fiscal estão sendo judicializadas. “Além de centralizar os processos, melhorando o fluxo de trabalho, o objetivo da vara é recuperar os ativos fiscais do Estado e do município”, pontuou o juiz.

Outra iniciativa que vem dando certo são os mutirões que vem sendo realizados na Central de Conciliação e Mediação do Fórum de Cuiabá. De acordo com Aristeu Vilella, milhares de consumidores conseguiram negociar suas dívidas ou receber o que lhes era de direito. “Todos os dias consumidores e empresas como companhias telefônicas, bancos e seguradoras nos procuram para que possamos auxiliá-los a liquidar com suas demandas”, destacou.

Recém-criada, em 2014, a Vara de Execuções Fiscais, que unificou todas as ações que tramitavam nas Varas de Fazenda Pública em um único setor, também foi resultado de uma parceria. Com a ajuda do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, hoje, aproximadamente 70 mil ações de executivo fiscal estão sendo judicializadas. “Além de centralizar os processos, melhorando o fluxo de trabalho, o objetivo da vara é recuperar os ativos fiscais do Estado e do município”, pontuou o juiz.Para a estagiária Adriana Rocha Malhado, de 22 anos, poder participar das audiências judiciais tem sido uma ótima experiência. 

“Como sempre quis ser magistrada, trabalhar aqui no fórum e estar tão próxima dos juízes tem me motivado ainda mais. Tenho aprendido tanto nas audiências que resolvi usá-la como tema da minha monografia”, finalizou.

Fonte: TJMT
Foto:TJMT